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Somente a cidade de Santo Antônio da Platina soma, segundo o site da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), 58 aparelhos de telefones públicos em manutenção, 32,58% dos orelhões da cidade. Apenas 120 dos 178 estão em funcionamento. Na região, a situação também não é diferente, onde 22,46% dos orelhões também estão em manutenção. De acordo com dados do site da ANATEL, ao todo são 1.469 aparelhos de telefones públicos instalados nos 26 municípios da região, mas destes, 330 estão em manutenção. Na cidade de Jacarezinho são 206 aparelhos com 25 em manutenção, 12,13%. Em Siqueira Campos, 19,78% estão em manutenção, 18 dos 91 na cidade. 20 orelhões dos 125 de Ibaiti não funcionam, 16%. A maioria dos aparelhos considerados em manutenção pela reguladora das telecomunicações no Brasil, em análise in loco, foi constatado que estão danificados por vandalismo. Os dados do site da ANATEL ainda apontam que na região, de 1.469 aparelhos existentes, apenas um que é adaptado para cadeirante. Ele fica na rua São Benedito em frente ao número 353 no Conjunto São José em Cambará. Segundo o site, orelhões adaptados para deficientes auditivos e de fala, não existem na região. Para a trabalhadora rural e moradora do bairro Aparecidinho II em Santo Antônio da Platina, Kátia de Brito, os aparelhos danificados atrapalham a vida de quem precisa utilizar. “Eu sempre uso celular, mas minha tia, por exemplo, quando precisa, tem que procurar outros orelhões, pois este aqui da frente não funciona, assim como outros dois aqui nas ruas do lado”, afirmou. A cidade de Jundiaí do Sul é a única que segundo o site da ANATEL todos os aparelhos funcionam. São 13 orelhões na cidade e nenhum em manutenção. Barra do Jacaré, de acordo com a agência, tem 15 orelhões, mas apenas sete funcionam, 53,33% em manutenção. Carlópolis aparece com 50,90% dos aparelhos em manutenção, 28 dos 55 disponíveis na cidade. Através da assessoria, a operadora de telefonia OI informou que a instalação de telefones públicos depende de critérios que atendem ao que é determinado no Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU). “A Oi informa que, de janeiro a julho de 2012, foram danificados por atos de vandalismo, cerca de 10% dos 53 mil orelhões instalados no estado do Paraná. Do total de orelhões que apresentam defeitos, 90% são em virtude de atos de vandalismo, principalmente por danos em leitora de cartões, monofone, teclado, pichações e colagem indevida de propaganda de empresas nas máquinas e protetores de fibra (orelhas)”, informa a nota divulgada. O assessor Adriano Etrusco Eugenio explica que a operadora mantém um programa permanente de manutenção de seus telefones públicos. “A OI conta com as solicitações de reparo enviadas à companhia pelo canal de atendimento 103 14 por consumidores e por entidades públicas. As informações sobre orelhões danificados contribuem para que a Oi repare os danos e atenda ao cumprimento do Programa de Metas de Qualidade estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)”, explicou.
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em 23/05/2013 às 00:00
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